
Cristo Pantocrator entronado com manto vermelho e livro da vida aberto – Monge Mikael – Monte Athos
Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus;
Que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo.
Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre.
Ora, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade,
Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem. (Hb 7, 26-8,2)
Senhor das Potências
Cristo Sumo Sacerdote
Cargo Hierárquico de Cristo:
Escrevendo aos cristãos hebreus em Jerusalém, o apóstolo Paulo deseja ajudá-los a compreender que o sacerdócio de Aarão e seus sucessores era temporário.
A partir do momento em que Jesus Cristo, o Messias, o Filho de Deus, veio ao mundo, ele inaugurou como Sumo Sacerdote um novo sacerdócio, incomparavelmente superior ao sacerdócio do Antigo Testamento.
Para demonstrar isso, Paulo faz as seguintes comparações.
Os sumos sacerdotes dos judeus, como homens pecadores, eram obrigados a oferecer sacrifícios primeiro pelos seus próprios pecados e depois pelos pecados do povo (ver versículo 27).
No entanto, Jesus Cristo é santo, irrepreensível, imaculado, sem qualquer ligação com o pecado (ver versículo 26).
Portanto, como Sumo Sacerdote, Ele não precisa, como os outros, oferecer sacrifícios pelos seus próprios pecados, visto que não os possui.
Outra diferença é que os sumos sacerdotes da Lei Mosaica tinham que fazer sacrifícios frequentemente para o perdão de seus próprios pecados e dos pecados dos judeus.
Mas Jesus Cristo ofereceu um sacrifício apenas uma vez.
Ele se sacrificou na Cruz do Calvário.
O próprio Jesus se tornou a vítima – “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1, 29) – e o expiador, como o Sumo Sacerdote que fez o sacrifício.
Este sacrifício único de Cristo tem poder eterno e universal, capaz de salvar as pessoas do mundo inteiro e de todas as gerações, até o fim dos tempos (ver Hebreus 10:14).
Este sacrifício de Jesus no Gólgota se faz sentir, presente, em cada Divina Liturgia, onde se celebra o Mistério da Divina Eucaristia.
No Santo Altar, Nosso Senhor Jesus Cristo, em favor dos fiéis reunidos na igreja, oferece-se como sacrifício para o perdão dos nossos pecados e para a salvação de todos nós.
A conclusão da Oração do Hino Querubim é característica: “Tu és aquele que oferece – o sacrifício – e é oferecido – como vítima – e é recebido e distribuído, Cristo nosso Deus, e a ti atribuímos glória…”.
Outra diferença é que a lei mosaica instituiu sumos sacerdotes humanos imperfeitos que um dia morreriam.
Mas de Jesus foi dito por Deus Pai: “Tu és sacerdote para sempre” (ver Hb 7, 21).
Porque ele é imortal, vive para sempre, tem um sacerdócio contínuo (ver 7, 24).
E, para demonstrar ainda mais a superioridade da função sumo sacerdotal de Cristo, Paulo conclui com as seguintes palavras:
“Temos, porém, um sumo sacerdote, Jesus, que subiu aos céus e está assentado à direita da Majestade de Deus Pai.
Como sumo sacerdote, ele serve no Santo dos Santos e no verdadeiro tabernáculo do testemunho, que não foi erguido por mãos humanas, mas por Deus” (Hebreus 8, 1-2).
Conforme compreendemos, o que o apóstolo Paulo escreveu aos cristãos que foram inicialmente submetidos à lei mosaica tem grande significado para nós hoje.
Independentemente do que nos aconteça na vida, temos no Céu um Sumo Sacerdote eterno, Jesus, que assume a nossa natureza humana e, com afeto e amor, vela por nós e intercede incessantemente junto a Deus Pai pela nossa salvação.
Podemos, com absoluta confiança, em todas as nossas necessidades, recorrer a Ele com a certeza de que nos ouvirá e nos amparará, da maneira que o Seu amor conhece.
Meus queridos irmãos e irmãs, concluamos com as seguintes palavras inspiradas de Paulo:
“Temos um grande sumo sacerdote que se aproximou do trono de Deus, Jesus, o Filho de Deus.
Não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que foi tentado em todas as coisas, porque era como nós…
Cheguemos, portanto, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça em tempo de necessidade” (Hebreus 4.14-16).
Fonte 1: Texto traduzido de “Cargo Hierárquico de Cristo”
O título:
De todos os atributos e títulos que Cristo recebeu da natureza humana, o mais elevado e honroso é o de Sumo Sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.
Os atributos de Salvador, Rei, Pastor, Juiz, etc., dizem respeito a nós, dirigem-se à Igreja e aplicam-se às nossas almas, para que sejam salvas, fortalecidas e nutridas.
Contudo, na condição de Sacerdote, Ele se volta para Deus Pai, adora-O e Lhe presta a mais alta honra, a partir da posição e do dever do Sacerdote Eterno, mesmo quando isso é feito por nós.
Em relação aos outros títulos, por mais honrosos e impressionantes que pareçam, Ele se humilha, volta-se para nós e nos serve.
O título do Reino se transforma em humildade e Amor que Ele nos demonstra, tornando-se uma condescendência de Sua Majestade, porque não somos dignos de Suas ações e de Seu cuidado.
A qualidade do Sacerdócio, porém, possui três aspectos: para com Deus Pai, a fim de glorificá-Lo; para com Ele mesmo, a fim de ser santificado; e para com as nossas almas, a fim de reconciliá-las com Deus.
Dessa forma, com essa qualidade Sua, Cristo não se humilha, mas se exalta diante de Deus e, ao mesmo tempo, nos eleva com Ele diante de Deus Pai!
Fonte 2: Texto traduzido de “Cristo o Grande Sumo Sacerdote”
No Ícone, contemplamos a representação majestosa de Jesus Cristo como o Rei dos reis e Sumo Sacerdote eterno, conforme as passagens da Carta aos Hebreus que ensinam que Cristo é o verdadeiro e definitivo mediador entre Deus e a humanidade.
A imagem une, de modo admirável, os símbolos do reinado divino e do sacerdócio eterno, revelando visualmente o mistério da encarnação, da redenção e da glorificação de Cristo.
Cristo está sentado num trono ornamentado, símbolo de Sua realeza celestial. O trono dourado e as vestes ricas, adornadas com cruzes e detalhes preciosos, remetem à Sua glória e autoridade universais
Ele não é apenas um rei terreno, mas o Rei do cosmos, o Pantocrator — termo grego que significa “aquele que tudo governa”.
Seu manto vermelho, cor da realeza e também do sacrifício, lembra o sangue derramado na Cruz, com o qual Ele redimiu o mundo.
A túnica interior, em tons mais claros e sutis, simboliza Sua pureza e divindade.
Assim, o ícone une as duas naturezas de Cristo: a humana, que sofre e oferece o sacrifício, e a divina, que reina eternamente.
Na mão esquerda, Cristo segura um livro aberto, o Livro da Vida, no qual está inscrita a Palavra eterna de Deus.
As inscrições em grego — que traduzem passagens do Evangelho segundo João e do Apocalipse — proclamam: “Eu sou o Primeiro e o Último, o Vivente; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos” e “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”.
Essas palavras revelam o conteúdo espiritual da imagem: Cristo é o Senhor da história e da vida, Aquele que venceu a morte e oferece salvação a todos os que Nele creem.
O livro aberto indica que a revelação divina já foi comunicada plenamente em Cristo, e que Ele mesmo é a Palavra eterna encarnada.
Com a mão direita, Jesus realiza o gesto de bênção, conhecido na tradição bizantina.
Os dedos formam as letras iniciais do nome “IC XC”, abreviação de “Jesus Cristo” em grego.
Esse gesto não é apenas uma bênção simbólica, mas uma comunicação viva da graça divina ao fiel que contempla o ícone.
Cristo abençoa como Rei e como Sacerdote, pois, segundo a doutrina expressa na Epístola aos Hebreus, Ele é “o Sumo Sacerdote que entrou uma vez por todas no Santuário eterno, tendo obtido uma redenção perfeita”.
Ele é simultaneamente aquele que oferece o sacrifício, o próprio sacrifício e o que o recebe — como recorda a liturgia oriental: “Tu és aquele que oferece e que é oferecido, que recebe e que é distribuído, Cristo nosso Deus”.
A inscrição grega ao redor da figura de Cristo — “Ὁ Βασιλεὺς τῶν Βασιλευόντων καὶ Μέγας Ἀρχιερεύς” — significa “O Rei dos que reinam e o Grande Sumo Sacerdote”.
Essa designação concentra em poucas palavras a teologia paulina do sacerdócio de Cristo: Ele é o único mediador entre Deus e os homens, Aquele que vive eternamente e intercede por nós diante do Pai.
Enquanto os sacerdotes da antiga aliança ofereciam sacrifícios repetidos e imperfeitos, Cristo, com Sua entrega na Cruz, realizou um sacrifício único e eterno, eficaz para a salvação de todas as gerações.
Assim, o ícone manifesta visualmente o que São Paulo ensina: “Temos um Sumo Sacerdote que está assentado à direita da Majestade nos céus” (Hb 8,1).
O fundo dourado do ícone não é um mero elemento decorativo: ele representa a luz divina, o Reino dos Céus, o estado da glória.
Nele não há sombras, pois o ouro simboliza a presença eterna de Deus. Cristo, entronizado nesse espaço atemporal, é o centro do universo espiritual, o eixo em torno do qual toda a criação encontra sentido e redenção.
Os elementos arquitetônicos do trono, ricamente trabalhados, evocam a Jerusalém Celeste, o templo não construído por mãos humanas, onde Cristo exerce Seu sacerdócio eterno.
A postura de Cristo é solene, mas também cheia de serenidade; Seu olhar fixo transmite autoridade e compaixão ao mesmo tempo — a combinação perfeita do Juiz justo e do Salvador misericordioso.
Este ícone, portanto, é uma síntese visual da fé cristã no Cristo glorificado.
Ele nos convida à contemplação, à adoração e à confiança plena em Jesus, o Sumo Sacerdote que vive para sempre e intercede por nós.
Assim como o apóstolo Paulo escreveu aos cristãos hebreus, o fiel que contempla essa imagem é chamado a reconhecer que, em Cristo, o sacerdócio antigo encontrou seu cumprimento e sua perfeição.
Ele é o Rei que governa com amor e o Sacerdote que se oferece em sacrifício por nossa salvação.
Diante do trono do Pantocrator, compreendemos que toda a história humana, com suas dores e esperanças, está sob o domínio daquele que é “o mesmo ontem, hoje e sempre”.
Fonte 3: Texto produzido por Ian Nezen
Το αρχιερατικό αξίωμα του Χριστού:
Γράφοντας ο Απόστολος Παύλος στους εξ Εβραίων χριστιανούς της Ιερουσαλήμ θέλει να τους βοηθήσει να καταλάβουν ότι η ιερωσύνη του Ααρών και των διαδόχων του ήταν προσωρινή.
Από τη στιγμή που ο Ιησούς Χριστός, ο Μεσσίας, ο Υιός του Θεού ήρθε στον κόσμο, εγκαινίασε ως Μέγας Αρχιερεύς μία νέα ιερωσύνη, ασυγκρίτως ανώτερη από την ιερωσύνη της Παλαιάς Διαθήκης.
Για να το κατοχυρώσει αυτό ο Παύλος κάνει τις εξής συγκρίσεις.
Οι αρχιερείς των Εβραίων, ως αμαρτωλοί άνθρωποι, ήσαν υποχρεωμένοι να προσφέρουν θυσίες πρώτα για τις δικές τους προσωπικές αμαρτίες και έπειτα να κάνουν θυσίες για τις αμαρτίες του λαού (βλ. Στίχ. 27).
Όμως ο Ιησούς Χριστός είναι Άγιος, άκακος, αμίαντος, χωρίς καμμία σχέση με την αμαρτία (βλ. στίχ. 26).
Γι’ αυτό ως Αρχιερεύς δεν έχει ανάγκη, όπως οι άλλοι, να προσφέρει θυσίες για δικές Του αμαρτίες, αφού δεν έχει.
Μία άλλη διαφορά είναι ότι οι του Μωσαϊκού Νόμου αρχιερείς έπρεπε να τελούν συχνά θυσίες για την συγχώρηση των αμαρτιών των δικών τους και των Εβραίων.
Ο Ιησούς Χριστός όμως προσέφερε μόνον μία φορά θυσία.
Θυσίασε τον Ίδιον τον εαυτό Του επάνω στο Σταυρό του Γολγοθά.
Έγινε ο Ίδιος ο Ιησούς θύμα – “ὁ ̓Αμνός τοῦ Θεοῦ ὁ αἴρων τήν ἁμαρτίαν τοῦ κόσμου” (Ιωάν 1,29) – και θύτης, ως Μέγας Αρχιερεύς, που τέλεσε τη θυσία.
Αυτή η μοναδική θυσία του Χριστού έχει αιώνια και παγκόσμια ισχύ, ικανή να σώσει τους ανθρώπους όλου του κόσμου και όλων των γενεών, μέχρι την συντέλεια του κόσμου (βλ. Εβρ. 10,14).
Αυτή δε η θυσία του Ιησού στον Γολγοθά γίνεται αισθητή, παρούσα, σε κάθε θεία Λειτουργία, που τελείται το Μυστήριο της θείας Ευχαριστίας.
Επάνω στην Αγία Τράπεζα ο Κύριός μας Ιησούς Χριστός, προς χάριν των εκκλησιαζομένων πιστών, προσφέρει ο Ίδιος τον εαυτό Του θυσία, για την συγχώρηση των αμαρτιών μας και για τη σωτηρία όλων μας.
Χαρακτηριστική είναι η κατάληξη της Ευχής του Χερουβικού ύμνου:
“Σύ εἶ ὁ προσφέρων – την θυσίαν – καί προσφερόμενος – ως θύμα – καί προσδεχόμενος καί διαδιδόμενος, Χριστέ ὁ Θεός ἡμῶν, καί σοι τήν δόξαν ἀναπέμπομεν…”.
Μία ακόμη διαφορά είναι ότι ο Μωσαϊκός νόμος εγκαθιστούσε αρχιερείς ανθρώπους με ατέλειες, που κάποια μέρα θα πέθαιναν.
Όμως για τον Ιησού ελέχθη από τον Θεόν Πατέρα:
“Σύ είσαι Ιερεύς αιώνιος” (βλ. Εβρ. 7,21).
Επειδή είναι αθάνατος, ζει αιώνια, έχει συνεχή την Ιερωσύνη (βλ. 7,24).
Και για να καταδείξει ο Παύλος ακόμη περισσότερον την υπεροχή της αρχιερατικής λειτουργίας του Χριστού, καταλήγει με τα εξής λόγια:
“Εμείς έχουμε αρχιερέα τον Ιησού που ανέβηκε στα ουράνια και κάθεται στα δεξιά της μεγαλωσύνης του Θεού-Πατέρα.
Ως Αρχιερέας υπηρετεί στα άγια των αγίων και στην αληθινή Σκηνή του Μαρτυρίου, την οποία δεν έστησε άνθρωπος, αλλά ο Θεός” (Εβρ. 8,1-2).
Όπως καταλαβαίνουμε, αυτά που έγραψε ο Απόστολος Παύλος στους χριστιανούς που πρώτα ήταν δεμένοι με τον μωσαϊκό νόμο έχουν μεγάλη σημασία και για μας σήμερα.
Ό,τι και να μας συμβαίνει στη ζωή μας, έχουμε στον Ουρανό αιώνιον Αρχιερέα τον Ιησούν, που φέρει επάνω Του την δική μας ανθρώπινη φύση και με στοργή και αγάπη μας παρακολουθεί και αδιάλειπτα μεσιτεύει προς τον Θεό Πατέρα για την σωτηρία μας.
Μπορούμε με απόλυτη εμπιστοσύνη, σε κάθε ανάγκη μας, να καταφεύγουμε προς Αυτόν με τη βεβαιότητα ότι θα μας ακούση και θα μας συμπαρασταθεί, με τους τρόπους που η αγάπη Του γνωρίζει.
Αγαπητοί μου αδελφοί και αδελφές, ας τελειώσουμε με τα ακόλουθα θεόπνευστα λόγια του Παύλου:
“Έχουμε Μέγαν Αρχιερέα που έφτασε ως τον θρόνο του Θεού, τον Ιησού τον Υιό του Θεού.
Δεν έχουμε αρχιερέα που να μη μπορεί να συμμεριστεί τις αδυναμίες μας.
Αντίθετα, έχει δοκιμαστεί σε όλα, επειδή έγινε άνθρωπος σαν κι εμάς…
Ας πλησιάσουμε, λοιπόν, με θάρρος τον θρόνο της χάριτος του Θεού, για να μας σπλαχνιστεί και να μας δώσει τη χάρη Του την ώρα που την χρειαζόμαστε” (Εβρ. 4,14-16).
Ο Χριστός Μέγας Αρχιερέας:
Απ’ όλες τις ιδιότητες και τους τίτλους που ο Χριστός έλαβε απ’ την ανθρώπινη φύση, η πιο υψηλή και η πιο τιμητική, είναι εκείνη του Αρχιερέα κατά την τάξη Μελχισεδέκ.
Διότι, οι ιδιότητες του Σωτήρα, Βασιλιά, Ποιμένα, Δικαστή κλπ. μας αφορούν, στρέφονται προς την Εκκλησία, εφαρμόζονται στις ψυχές μας, για να σωθούν, να τις στερεώσει και να τις θρέψει.
Όμως, με την ιδιότητα του Ιερέα, στρέφεται στο Θεό Πατέρα, τον προσκυνά, του αποδίδει ύψιστη τιμή, απ’ τη θέση και το καθήκον του Αιώνιου Ιερέα, ακόμα κι όταν αυτό τελείται για μας.
Απ’ τους άλλους τίτλους, όσο τιμητικοί και εντυπωσιακοί κι αν ακούγονται, ταπεινώνεται, στρέφεται προς εμάς και μας εξυπηρετεί.
Ο τίτλος της Βασιλείας μετατρέπεται σε ταπείνωση και Αγάπη που μας δείχνει, γίνεται συγκατάβαση της Μεγαλειότητάς του, διότι δεν είμαστε άξιοι αυτών των πράξεών του και της φροντίδας του.
Όμως, η ιδιότητα του Ιερατείου έχει τρεις όψεις: προς το Θεό Πατέρα για να τον δοξάσει, προς τον εαυτόν Του για να εξαγιασθεί και προς τις ψυχές μας, με σκοπό να τις συμφιλιώσει με το Θεό. Κατ’ αυτόν τον τρόπο, μ’ αυτή την ιδιότητά του, ο Χριστός, δεν ταπεινώνεται, αλλά εξυψώνεται προς τον Θεό και συνάμα ανυψώνει και μας μαζί του προς το Θεό Πατέρα!
Link dos artigos:
Link da fonte 1: https://www.pemptousia.gr/2019/01/223335/
Link da fonte 2: https://kantam.gr/o-xristos-megas-arxiereas/
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